cuidar dos pais em casa

Quimioterapia e Radioterapia

 

Quimioterapia

Quimioterapia é um tratamento que utiliza medicamentos para destruir as células doentes que formam no organismo.  Popularmente, o termo refere-se à quimioterapia antineoplásica, um dos tratamentos do câncer onde são utilizadas drogas antineoplásicas. Agentes quimioterápicos também podem ser utilizados para o tratamento de doenças autoimunes, tais como a esclerose múltipla e a artrite reumatoide. Estes medicamentos se misturam com o sangue e são levados a todas as partes do corpo, destruindo as células doentes que estão formando o tumor e impedindo, também, que elas se espalhem pelo corpo.

A seguir abordaremos diversos tópicos referentes a este tratamento.

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Moradia na terceira idade

 

O velho ditado diz que quem casa quer casa.

Familiares de idosos se deparam com situações que podem trazer muitas discussões e brigas entre eles: alguns querem que os pais morem consigo, outros filhos acham que morarem sozinhos é melhor opção, e até há aqueles que desejam optar por um lar de longa permanência.

Morar sozinho é um direito. O Estatuto do Idoso prevê que o idoso deve ter integridade garantida pelo Estado e receber cuidados dos familiares, mas isso não significa que a pessoa perde o direito de escolha. A situação torna-se mais crítica quando idosos adoecem, já não têm o cônjuge, e seus filhos possuem muitas atividades durante o dia e têm poucas condições financeiras.

Abaixo falaremos sobre algumas opções de moradias e suas características.

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Qualidade de vida e Cigarro

 

Nossos pais e nossos avós já estão nas faixas dos 70, 80, 90 anos. Portanto, há de se esperar que o processo de envelhecimento lhes proporcionou inúmeras alterações fisiológicas em seus corpos. Recordamos que, na infância e juventude deles, a assistência médico-odontológica era extremamente precária.

Eram poucos dentistas e médicos, e vacinação básica não era algo difundido, em geral as vacinas disponíveis era apenas contra doenças graves e mortais como a varíola ou tuberculose. Assim muitos idosos possuem sequelas da paralisia infantil e sequelas de sífilis. De 1968 a 1989, o Brasil teve 25 mil casos de poliomielite. A primeira campanha foi em 1971 e a segunda, em 1989.

Sobre água tratada ou destino dos dejetos: era muito comum a água ser de poço e ainda salobra; os dejetos eram feitos nas casinhas-privadas no mesmo terreno a uma certa distância da moradia. Sobre a alimentação: era básica, composta de arroz, farinha, às vezes feijão e raramente carne – quando tinham era aves ou suínos do quintal. E a atividade física? Era algo muito raro, o trabalho era intenso e não havia tempo para praticar exercícios.

E esta ainda é a realidade de muitos brasileiros hoje.

Desempenho

A saúde de nossos pais e avós que é agravada pelo processo de envelhecimento, associado às doenças adquiridas durante a vida, como hipertensão arterial, diabetes, bronquites, alergias, artrite reumatoide; além de vícios como bebida alcoólica e cigarro.

Para avaliarmos a qualidade de vida de nossos amados genitores e se podemos melhorá-la, temos que abordar o que é mais prejudicial a esta conjuntura: a eliminação de maus hábitos e dos vícios.

 

Abordaremos sobre o cigarro

Uma questão frequentemente dirigida a profissionais de saúde pelos filhos também já adultos ou netos é a seguinte:

“Doutor, o senhor acha que vale a pena os idosos pararem de fumar? Não é melhor deixá-los continuar fumando, já que estão em idade bastante avançada?”

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Vacinação em idosos

 

A vacinação é uma das maiores conquistas da humanidade, sendo o meio mais seguro e eficaz de prevenir doenças infectocontagiosas. As primeiras vacinas foram descobertas há mais de 200 anos. Atualmente, as vacinas são resultado de pesquisas intensivas, constituindo os mais modernos e sofisticados imunobiológicos.

É muito melhor e mais fácil prevenir uma doença do que tratá-la. As vacinas protegem o corpo humano contra os vírus e as bactérias que provocam vários tipos de doenças graves, que podem afetar seriamente a saúde das pessoas levando-as, inclusive, à morte.

A vacinação não apenas protege aqueles que recebem a vacina, mas também ajuda a comunidade como um todo. Quanto maior for o número de pessoas de uma comunidade protegidas, menor é a chance de qualquer uma delas – vacinada ou não – ficar doente.

Além disso, algumas doenças preveníveis por vacinação podem ser erradicadas por completo, não causando mais a referida doença em nenhum local do mundo, como aconteceu com a varíola a partir de 1977.

Neste texto falaremos sobre como o corpo reage às vacinas e a importância da vacinação na população em geral e especialmente nos idosos.

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Dor articular

 

Quem nunca sofreu com dores nas costas, nos joelhos ou nos ombros? Dores crônicas nessas regiões do corpo atingem aproximadamente 15 milhões de pessoas no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde.

Quando não é tratada, essa dor e inflamação nas articulações pode evoluir para doenças graves, como a osteoartrite. Não é somente a terceira idade que precisa ficar atenta às dores nas articulações: podem atingir qualquer faixa etária.

As articulações são estruturas complexas incluindo ossos, cartilagem, membrana sinovial, ligamentos, tendões e bursas e é graças a elas que conseguimos nos mexer.  As articulações se movimentam constantemente, de modo que problemas não são incomuns nessas regiões. Dores nas articulações podem ocorrer com ou sem movimento muscular e podem ser graves o suficiente para limitar o movimento ou causar rigidez e sensação de queimação.

Neste artigo abordaremos as causas das dores articulares, como fazer diagnóstico e tratamentos e cuidados essenciais.

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Cuidados com Medicamentos de Idosos

 

Idosos frequentemente fazem uso de cinco ou mais medicamentos durante o dia. Seja para controle da pressão arterial, tratamento de aids, do câncer, controle de artrite e artrose, ou doenças degenerativas. A dificuldade para idoso que mora sozinho é maior pela presença de catarata, dificuldade de locomoção e ainda pela diminuição da memória recente, o que resulta em problemas leves ou graves.

Diante disso, familiares e cuidadores devem se adaptar e aprender a lidar melhor com os idosos, inclusive na área farmacêutica. Nem todas as alterações fisiológicas ou doenças necessitam de medicamentos, alguns problemas são de permanência limitada. Existem ainda distúrbios e doenças que podem ser controlados com outras terapias, tais como dietas peculiares, descanso, massagens, exercícios específicos.

Os medicamentos tomam um papel fundamental na prevenção e cura das doenças, mas seu  uso impróprio é motivo de inalterável preocupação, pela enorme ocorrência de efeitos colaterais, especialmente entre idosos.  Devem ser utilizados mediante consulta médica e prescrição. É de fundamental importância que os benefícios esperados com o uso devem ser maiores do que os riscos decorrentes do seu emprego.

Neste texto falaremos sobre o que são e qual a importância das tarjas nos medicamentos, sobre interação entre medicamentos, superdosagens e efeitos colaterais, além de como organizar os medicamentos para idosos com dificuldades em tomá-los de modo correto.

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Prevenção de quedas em idosos

 

Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população idosa vem aumentando consideravelmente e a expectativa é que este número cresça ainda mais. Apesar de todos avanços, uma coisa ainda não mudou: conforme envelhecemos, nosso organismo vai se tornando mais debilitado, de forma natural e gradual. E aí entra a prevenção de quedas em idosos.

Aproximadamente 80% dos idosos com mais de 90 anos não levantam de uma queda sem ajuda. Mais de 60% das vítimas de quedas não recebem ajuda em uma hora e não poderão viver de modo independente depois de se recuperarem da queda. É preciso estar atento à saúde dos mais velhos: estima-se que 30% desta população caia pelo menos uma vez ao ano.

São muitos os fatores associados à queda, como: fraqueza muscular, vertigem, diminuição do equilíbrio, confusão mental, uso excessivo de medicação; problemas de visão.

Mesmo idosos ativos e sem problemas de saúde podem sofrer acidentes, justamente por estarem mais expostos às atividades arriscadas. O avanço da idade demanda a ampliação dos cuidados e as medidas de prevenção no ambiente que uma pessoa mais velha vive, conforme veremos abaixo.

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