Alimentos Funcionais – parte 2

 

Continuaremos a falar sobre alimentos funcionais e seus benefícios. Para ler a parte 1, acesse Alimentos Funcionais – parte 1.

6- LICOPENO

Possui ação antioxidante; reduz níveis de colesterol, logo contribui para diminuir as terríveis complicações do elevado nível do mesmo, como infarto do coração, derrames e tromboses dos membros com amputação.

Estudos demonstraram que substâncias alimentares que apresentam níveis elevados de Licopeno podem reduzir o risco de certos tipos de câncer, como de próstata. No Brasil e no mundo os cânceres de próstata contribuem com 30% de todos os cânceres que podem acometer o sexo masculino.

Onde encontrar: Tomate e derivados, goiaba vermelha, pimentão vermelho, melancia.

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Alimentos Funcionais – parte 1

 

O aumento do percentual de idosos na população geral é fato inquestionável desde as últimas décadas. Este fenômeno se deve especialmente ao incremento na expectativa de vida.  No Brasil, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística indicam que a população de idosos dobrou nos últimos 20 anos. Certas conquistas tecnológicas da medicina moderna que ocorreram ao longo dos últimos setenta anos, como o desenvolvimento de novas vacinas, antibióticos, quimioterápicos e exames complementares de diagnóstico, além dos avanços na área da assepsia, favoreceram a adoção de medidas capazes de prevenir ou curar muitas doenças até então fatais.

Neste rol de avanços científicos a alimentação passou a ter uma atenção maior. Deixou de ser um ato quase que involuntário para a sobrevivência para ser estudada com maior carinho.

Assim, uma ciência nova foi criada, apenas para cuidar da análise qualitativa e quantitativa dos alimentos. Dentre eles estão os denominados alimentos funcionais. Mas o que são eles?

Alimentos funcionais são alimentos ou ingredientes que oferecem benefícios à saúde, além de suas funções nutricionais básicas. Eles podem, por exemplo, reduzir o risco de doenças crônicas degenerativas, como câncer e diabetes.

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Cuidados essenciais de nutrição com pacientes acometidos pela doença de Alzheimer

 

Quando somos bebês, a alimentação consiste em fator essencial. É cuidadosamente administrada pelas nossas mães: tipos, quantidades e horários deverão ser obedecidos, já que distorções destes poderão produzir intensas disfunções, passando pela desidratação e desnutrição.

Durante o nosso crescimento ocorrem mudanças importantes e adaptações. Quando envelhecemos, muitas são as alterações fisiológicas, como perda de dentes, disfunção no olfato, do paladar e rejeição a muitos alimentos, chegando a ocorrer em alguns idosos sérios graus de desnutrição, implantação de doenças graves e alguns quadros chegando a morte.

Em se tratando de doentes com doença de Alzheimer, o quadro alimentar é de fundamental importância a ser adaptado e deve ser seguido rigorosamente, pois o fato da diminuição ou perda total da memória dificulta aos doentes manterem o grau de nutrição adequado.

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Dicas de Higiene para pacientes com Alzheimer

Titia foi diagnosticada com a doença de Alzheimer, e agora?

A perda de memória é uma das principais características da doença. Com o passar do tempo, o idoso esquece acontecimentos importantes da sua vida e de pessoas próximas.

Caso real:

Moramos em Manaus Amazonas nos anos 80, 90 e 2000. Meus filhos aguardavam sempre as férias escolares. Optamos, num determinado ano, irmos para Paraíba, passar as férias com primos, tios, vovô. Lembro-me muito bem de uma tia da minha mulher. Já sexagenária, saudável, ativa. Criou 7 filhos no interior da Paraíba. Conversávamos para saber as histórias de vida.

Anos se passaram. Mudamos para João Pessoa, e agora estávamos mais próximos dos parentes, e da tia da minha mulher. Agora ela não morava mais sozinha, uma de suas filhas foi morar com ela. Quando a vi, quase não a reconheci. Não estava mais saudável, e sim muito doente. Aquela atives desaparecera, dando lugar à total incapacidade de agir, totalmente dependente. A fisionomia estava totalmente alterada. A demência na forma da doença de Alzheimer havia se instalado. Restava somente controlar.

Bem: não é surpresa a população envelhecer. No mundo, a cada dia, aumenta a expectativa de vida das pessoas. Por um lado o envelhecimento trará inúmeras alterações, sejam de ordem funcional como dos órgãos vitais – coração, pulmão, fígado -, sejam de ordem degenerativa musculoesquelética, com artrites e artroses, ou ainda de ordem cognitiva, como as doenças degenerativas do componente cerebral, das quais a doença de Alzheimer é a expressão maior, pela incapacidade que produz.

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Mantendo as forças físicas na doença de Alzheimer

 

Pelo fato de termos ossos, somos considerados seres vertebrados. E como ossos precisam de estruturas para estarem firmes e unidas, eles são ligados aos tendões, que precisam estar presos a músculos. Portanto os conjuntos músculos-tendões-ossos são imprescindíveis para um bom funcionamento do nosso corpo.

O culto ao corpo no final do século XX e neste século veio trazer uma abordagem enaltecendo o físico e ao mesmo tempo produziu distorção na imagem de como deveríamos ser. Isso acarretou na presença de músculos hipertrofiados e fortes e sobrepuseram a moral, ética e a personalidade. De qualquer forma, o que se produziu de bom foi a criação de academias fechadas e privadas, academias públicas em praças e pequenas academias em lares, contribuindo para o exercício da atividade física rompendo com o terrível componente das grandes cidades que é o sedentarismo. A grande lição é que a qualidade de vida melhorou.

Mas o que está acontece com pessoas que adoecem, mesmo em períodos fugazes, como processos gripais, em que o corpo “perde forças”? A primeira coisa será diminuir ou parar com as atividades físicas. Ficamos desanimados temporiamente, mas rapidamente recuperamos as forças. Agora o que dizer de doentes onde doenças produzem um estado de desânimo, dores com dificuldades para movimentação como artrites, artroses e hérnias discais? Com certeza, a abolição das atividades físicas. Haverá um tempo mais prolongado para recuperação das crises dolorosas, e o doente pode ou não retomar as atividades física. Aqui a situação agrava-se!

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Segurança geral aos portadores de Alzheimer

 

Em todas as pesquisas realizadas por institutos no Brasil, temos como uma das maiores preocupações nos dias atuais a segurança. A segurança física no ambiente domiciliar deverá ser continuadamente perseguida nas 24 horas do dia. Uma pessoa que tem a doença de Alzheimer, lentamente, perderá a capacidade de cuidar de si, de tomar decisões e de avaliar os riscos.

Deve haver planejamento por parte dos familiares ou cuidadores com relação aos perigos, de modo a mitigá-los, visto que os doentes podem não conseguir fazer isso por si próprios. Para controlar as ações com objetivo produzir a segurança do paciente e garantir que os riscos sejam evitados, devem ser realizadas adaptações no ambiente domiciliar, devido ao gradativo grau de evolução da doença. Tudo para propiciar ao doente certa autonomia.

Dentro da própria casa

Não acreditamos que o nosso ambiente domiciliar pode oferecer riscos. O banheiro, a cozinha, o quarto, a sala e mesmo o quintal são locais perigosos para idosos, particularmente aqueles com perdas de memória que não conseguem mais avaliar os perigos. Basta diminuir a atenção e a queda ao chão, da própria altura, porá nosso querido papai, mamãe, vovó e vovô num hospital com uma grande fratura. Pessoas com doença de Alzheimer estão mais propensas a essas situações devido a esquecimentos.

Descreveremos a seguir cuidados que você deve ter relacionados a diversas circunstâncias.

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Idoso empreendedor

Chegou a sua aposentadoria. O que fazer?

Chegar à aposentadoria não representa o fim da vida!

O começo da aposentadoria se parece com os primeiros dias daquelas tão aguardadas férias: sem compromisso de horário para levantar e podendo fazer tudo com calma na hora e no ritmo que quiser. Mas, quando isso se repete por vários dias, semanas e até meses, cuidado! A sensação de falta de propósito na vida pode levar à depressão ou vícios, como o alcoolismo e o tabagismo.

Parece bom demais gozar a vida e a possibilidade de nunca mais ter horários e compromissos, por mais atraente que possa parecer, mas o que o aposentado mais necessita é um jeito de colocar alguma estrutura em seus dias.

PERGUNTAS CHAVES PARA IDOSO EMPREENDEDOR

  • Você já se perguntou sobre o que fazer na sua aposentadoria?
  • Você está entre as pessoas que têm medo de encarar esse momento e fogem de decisões até simples, mas que são importantes, para aproveitar bem essa nova fase da vida?
  • Você considera o empreendedorismo na terceira idade algo arriscado?
  • Você sente-se animado em abrir sua própria empresa?
  • Você já pensou nas vantagens e desvantagens de começar seu próprio negócio com mais de 60 anos?
  • Mas será que vale a pena mesmo abrir um negócio depois de aposentado?
  • Muito bonito na teoria, mas e na prática, será que é assim mesmo?

A seguir nos aprofundaremos neste tema.

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